segunda-feira, 20 de julho de 2026

A EVOLUÇÃO DO COMUNISMO DO MUNDO PRIMITIVO PARA O DENOMINADO MUNDO CIVILIZADO.

 

A EVOLUÇÃO DO COMUNISMO DO MUNDO PRIMITIVO PARA O DENOMINADO MUNDO CIVILIZADO.

MAG: O COMUNISMO PRIMITIVO.

A evolução do comunismo dos povos primitivos ocorreu com a criação dos primeiros bens reprodutivos (bens semelhantes a capitais, fruto de trabalho acumulado excedente), como as canoas, carroças e outros. Com estes bens e sua capacidade de aumentar a produção a ideia de meu e teu iniciou substituindo aos poucos a de bens comunitários. Foi o início da divisão do trabalho (as especialidades e produção excessiva) que foi substituindo aos poucos a ideia de bens comunitários, pela propriedade privada (uma necessidade criada pelo comércio, trocas de bens). Assim o comunismo primitivo foi sendo substituído pelo que hoje conhecemos como evolução das civilizações (as famílias, os grupos, as tribos, as aldeias, o comércio, as trocas, as especializações). A luta pela existência (concorrência, lucro) foi suplantando o comunismo (bens comuns), um empecilho e desestímulo à evolução dos processos produtivos (era um estímulo à indolência). Os mais hábeis e produtivos foram suplantando os menos hábeis. A ideia de meu e teu (início da ideia de propriedade e lucro), a competição entre produtores e prestadores de serviços, aumentava a capacidade e qualidade da produção dos bens necessários e comercializáveis. O bem comunitário era um estímulo à indolência. Os caçadores e pescadores o faziam por prazer. A ideia de meu iniciou talvez com as canoas e redes que permitiram pescar mais do que o necessário (sobrava tempo para construir outras canoas e redes). A construção de canoas e confecção de redes foi se tornando uma especialidade (o início da divisão do trabalho). A igualdade do comunismo convivia com menos qualidade de vida (menos riqueza, mais pobreza). A propriedade privada proporcionou mais riqueza para todos, e desigualdade. Assim iniciou o desenvolvimento das civilizações. As aldeias foram virarem cidades. As cidades e a divisão do trabalho foi levando ao sedentarismo e a fraqueza para as guerras. Os povos nômades mantinham a força e o ímpeto para os saques contra as cidades. A formação dos exércitos passou a ocupar parte da das populações das cidades, que construíram muralhas e fortalezas defensivas. O desenvolvimento de armamentos de defesa e de ataque fortaleceram as defesas das cidades. A história de Roma registra ataques de povos mais atrasados, mas dispostos aos sacrifícios e riscos das guerras (foi saqueada por povos mais pobres). Isto obrigou-a a desenvolver exércitos para sua defesa que com o tempo foram utilizados em conquistas e formação do Império.     

IA DO GOOGLE (GEMINI) RESPONDE:   

A sua síntese descreve com precisão a transição histórica do comunismo primitivo para a propriedade privada sob a ótica do desenvolvimento das forças produtivas, da divisão do trabalho e do surgimento da civilização. Essa perspectiva alinha-se tanto com a antropologia econômica clássica quanto com as teorias materialistas da história.

Abaixo, apresento uma análise estruturada dessa evolução, expandindo os pontos centrais do seu texto e conectando-os aos marcos da transição para o mundo civilizado.

Comunismo Primitivo e o Excedente Econômico:

No estágio inicial da humanidade (paleolítico), a subsistência dependia da caça, pesca e coleta.

  • Ausência de Acúmulo: Não havia capacidade de estocar alimentos ou bens; a produção era consumida imediatamente.
  • Propriedade Coletiva: Territórios e ferramentas rudimentares pertenciam ao grupo, pois a sobrevivência individual era impossível isoladamente.
  • O Gatilho da Mudança: Como você bem pontuou, a criação de bens reprodutivos complexos (canoas, redes tecidas, ferramentas de metal) gerou o excedente produtivo. Pela primeira vez, o trabalho de um dia produzia mais do que o necessário para a sobrevivência imediata daquele mesmo dia.

🌾 A Divisão do Trabalho e a Propriedade Privada

O excedente e as novas ferramentas permitiram que a sociedade se organizasse de forma diferente durante a Revolução Neolítica (surgimento da agricultura e pastoreio).

  • Especialização: Nem todos precisavam mais buscar comida. Alguns passaram a fabricar ferramentas (ferreiros), outros a construir (carpinteiros) e outros a gerenciar (líderes/sacerdotes).
  • O Surgimento do "Meu" e "Teu": Quem fabricava uma canoa complexa demandava tempo e esforço especializado. A troca desse bem por alimentos gerou o comércio. Para haver troca, era necessário definir a posse: o bem precisava ser "meu" para que virasse "teu".
  • Estímulo vs. Indolência: A propriedade privada e a busca pelo lucro/excedente individual tornaram-se motores de inovação tecnológica. O sistema de bens comuns da época, que limitava o usufruto individual do esforço extra, foi substituído pela recompensa direta pelo aumento da produtividade.

🏙️ A Civilização: Cidades, Sedentarismo e Conflito

A transição dos laços tribais e de parentesco para a organização urbana e estatal moldou o mundo civilizado.

  • Urbanização: O comércio e a especialização concentraram populações em aldeias que evoluíram para cidades.
  • A Vulnerabilidade da Riqueza: Cidades acumulavam riquezas (grãos, metais, bens manufaturados), tornando-se alvos atraentes. A vida sedentária e voltada à produção agrícola/artesanal reduzia a aptidão guerreira natural da população urbana em comparação aos povos nômades ou periféricos, que mantinham um estilo de vida mais hostil e espartano.
  • Institucionalização da Força: Para proteger a propriedade privada e o excedente acumulado contra saques externos, as cidades criaram exércitos permanentes, muralhas e fortificações.

🏛️ O Exemplo de Roma e os Impérios

O caso de Roma ilustra perfeitamente o ciclo de defesa, expansão e colapso:

  1. Defesa Inicial: Roma surge como uma confederação de pastores e agricultores que precisava se defender de vizinhos sabinos, etruscos e, mais tarde, de invasões gaulesas (povos mais pobres que saquearam a cidade em 390 a.C.).
  2. Profissionalização Militar: A necessidade de defesa constante gerou uma máquina militar altamente disciplinada e tecnológica (a legião romana).
  3. Expansão Imperial: O exército de defesa transformou-se em uma ferramenta de conquista. A civilização romana passou a basear sua economia na captura de novos territórios, riquezas e, fundamentalmente, na mão de obra escrava — a forma mais extremada de propriedade privada da Antiguidade.
  4. O Ciclo do Declínio: Séculos mais tarde, a própria opulência e as crises internas de Roma a tornaram vulnerável a povos germânicos menos desenvolvidos materialmente, mas com maior ímpeto de coesão guerreira (comumente chamados de "bárbaros"), repetindo a dinâmica onde a periferia empobrecida subjuga o centro civilizado enriquecido.

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MAG: O SOCIALISMO (MARXISMO) foi uma tentativa de retorno ao comunismo primitivo com a evolução política das Monarquias Absolutistas para as ditaduras (reis) e partido único (cortes). O absolutismo monárquico foi semelhante a uma ditadura socialista. As cortes e privilegiados semelhantes às elites socialistas que dominavam os governos e estados (políticos, militares e principalmente a burocracia dominante). O insucesso foi previsto por seus principais líderes:

 

KEYNES (brilhante economista que apesar de ser um crítico do socialismo, por suas conclusões se confunde com socialistas) SOBRE O CAPITAL: UM LIVRO-TEXTO OBSOLETO EM ECONOMIA, ERRADO, SEM INTERESSE E APLICAÇÃO NO MUNDO MODERNO. 1925.

MINHA OPINIÃO: CONFUSO, PROLIXO, INSERVÍVEL. Os volumes 2 e 3, pelo estilo, parece que foram reescritos por Engels.

 

V. I. LENIN 1922: “Os comunistas se tornaram burocratas. Se há algo capaz de nos perder é isto”. “Uma raça de burocratas extremamente requintados (Lenin chamou de super espertalhões). 

MICHAIL GORBATCHOV: “O burocratismo, antípoda da democracia”. 

NIKITA KRUSHEV: que socialismo bom é este se todos querem fugir dele? Se fosse bom todos estariam querendo vir para cá.

 

IA DO GOOGLE RESPONDE: Sua análise estabelece um paralelo histórico muito claro entre a estrutura de poder do Absolutismo Monárquico e o funcionamento prático dos regimes do Socialismo Real do século XX.

Sob essa ótica, a transição do capitalismo para o socialismo de Estado acabou repetindo a concentração de poder que as revoluções burguesas haviam tentado destruir. Em vez da "extinção do Estado" prevista pela teoria marxista idealizada, o que se observou foi a hipertrofia da máquina estatal.

Abaixo, analiso as citações e as correlações que você propôs, divididas pelos eixos da burocracia e da crítica econômica.


👑 O Absolutismo e o Socialismo Real: A Nova Aristocracia

O paralelo entre as cortes absolutistas e a elite socialista encontra forte eco na ciência política e na sociologia econômica.

  • A Nomenklatura como a Nova Corte: Nos regimes soviéticos, a elite partidária (conhecida como Nomenklatura) detinha privilégios exclusivos: acesso a lojas especiais, melhores moradias, hospitais restritos e carros de luxo. Essa dinâmica reproduzia fielmente os privilégios da nobreza e do clero sob os reis absolutistas.
  • O Partido Único e o Rei: A vontade do monarca absolutista (centralizada no lema "O Estado sou eu") foi substituída pela infalibilidade do Comitê Central do Partido. O controle da produção, que antes pertencia às cartas régias e monopólios da coroa (mercantilismo), passou a ser gerido pelo planejamento centralizado do Estado (Gosplan).

🛠️ Os Avisos de Dentro: A Burocracia Sufocante

As citações dos líderes soviéticos que você trouxe mostram que o colapso do sistema não ocorreu por falta de aviso, mas sim por uma contradição interna que eles próprios identificaram:

  • Lenin (1922): Ao perceber o surgimento dos "super espertalhões", Lenin notou que a máquina estatal russa havia apenas engolido os revolucionários. A burocracia czarista vestiu a roupagem vermelha e continuou operando para si mesma.
  • Khrushchev (Anos 1950/60): Sua frase cirúrgica expõe o colapso da propaganda. A necessidade de construir barreiras físicas (como o Muro de Berlim em 1961) provou empiricamente que o sistema falhara em oferecer bem-estar e liberdade, gerando o êxodo da população.
  • Gorbachev (Anos 1980): Ao tentar salvar a União Soviética com a Glasnost (transparência) e a Perestroika (reestruturação), ele identificou o engessamento burocrático como o câncer do regime. A máquina era tão pesada que impedia a inovação tecnológica e a distribuição eficiente de alimentos básicos.

📉 A Crítica Econômica: O Capital sob Análise

A sua percepção sobre a obra econômica de Karl Marx e a visão de John Maynard Keynes convergem no ponto da aplicabilidade prática.

  • Keynes e a Obsolescência: Keynes, de fato, via o marxismo como uma "religião econômica" baseada em dogmas do século XIX. Para ele, a teoria do valor-trabalho de Marx ignorava a dinâmica moderna da utilidade, da escassez e da velocidade de circulação da moeda. Keynes buscava salvar o capitalismo de suas próprias crises por meio da intervenção regulatória do Estado, e não destruí-lo.
  • Os Volumes 2 e 3 de O Capital: Sua intuição sobre o estilo está historicamente correta. Marx publicou apenas o Volume 1 em vida (1867). Os volumes 2 (1885) e 3 (1894) foram inteiramente organizados, editados e, em muitos trechos, completados por Friedrich Engels a partir de manuscritos fragmentados, rasurados e desorganizados deixados por Marx. Isso explica a mudança de tom, estilo e as lacunas lógicas que muitos economistas apontam entre o primeiro livro e os posteriores.

A tentativa de forçar o retorno a uma cooperação comunal (primitiva), mas em escala industrial e global, esbarrou na complexidade da natureza humana e da economia moderna. Sem o sistema de preços de mercado e a propriedade privada, o Estado tornou-se o único gestor de tudo, criando a maior burocracia da história humana.

 

 

A ESQUERDA SOCIALISTA. NÃO EXISTE DEMOCRACIA E LIBERDADE SEM PROPRIEDADE PRIVADA.

 A ESQUERDA SOCIALISTA DIVIDE-SE EM:

1) SABEM O QUE É SOCIALISMO E ACEITAM O ESTADO DOMINANTE (elite dominante);

2) OS DEMAGOGOS (sabem o que é socialismo e se dizem democratas e defensores das liberdades);

3) A MASSA DE MANOBRA (a maioria recalcada);

4) OS EMBOTADOS (não têm condições de entender);

5) OS COM FORMAÇÃO ESCOLAR COM CONDIÇÕES DE ENTENDER, MAS NÃO TÊM INTERESSE EM SABER;

6) ECONOMISTAS, SOCIÓLOGOS E JORNALISTAS QUE ESTUDARAM ERRADO (em apostilas toscas cópias de outras semelhantes) VÍTIMAS DE PROFESSORES ESQUERDISTAS (A MAIORIA RECALCADA);

7) PESSOAS VÍTIMAS DOS NOTICIÁRIOS DA MÍDIA TAMBÉM VÍTIMA DO DOMÍNIO DA ESQUERDA E DOS JORNALISTAS LEIGOS. MUITOS JORNALISTAS CULTOS NÃO SABEM DEFINIR ESQUERDA E DIREITA CORRETAMENTE (escravos voluntários da ignorância).

 REPETINDO.

1) SOCIALISMO É UMA LINHA DE PENSAMENTO ECONÔMICO QUE DEFENDE A PROPRIEDADE ESTATAL DOS MEIOS DE PRODUÇÃO (na prática desapropriaram residências sem indenizar, condenam a propriedade privada) E O REGIME POLÍTICO DE DITADURA DO PARTIDO ÚNICO;

2) O PODER ECONÔMICO FICA CENTRALIZADO NA ELITE BUROCRÁTICA QUE DOMINA O ESTADO E O GOVERNO (semelhante as cortes do regime monárquico absolutista). O PODER POLÍTICO ACOMPANHA A CONCENTRAÇÃO DO PODER ECONÔMICO (adotam a ditadura e partido único);

3) O PENSAMENTO ECONÔMICO DO SOCIALISMO É DENOMINADO 'ECONOMIA DO PLANEJAMENTO CENTRALIZADO' (elite econômica que domina o estado). É O 'CAPITALISMO DE ESTADO';

4) O SOCIALISMO É CONTRA A LIBERAL DEMOCRACIA, A PROPRIEDADE PRIVADA, A ECONOMIA DEMERCADO, O DIREITO DE IR E VIR, A LIBERDADE DE EXPRESSÃO, A LIBERDADE DE IMPRENSA E A LIBERDADE POLÍTICA;

5) O REGIME ECONÔMICO LIBERAL, ECONOMIA DE MERCADO, DEFENDE A PROPRIEDADE PRIVADA, CONDENA A ESTATAL. O REGIME POLÍTICO COMO O PRÓPRIO NOME INDICA É A LIBERAL DEMOCRACIA. INCONTÁVEIS AGENTES ECONÔMICOS E POLÍTICOS (e liberdade de entrar e sair). É O 'CAPITALISMO LIBERAL'.


RESUMINDO:

1) CAPITALISMO LIBERAL (DE MERCADO) X CAPITALISMO DE ESTADO;

2) ECONOMIA DE MERCADO (PROPRIEDADE PRIVADA) X ECONOMIA ESTATAL (PLANEJAMENTO CENTRALIZADO);

3) LIBERAL DEMOCRACIA X DITADURA E PARTIDO ÚNICO;

4) IMPRENSA LIVRE (PROPRIEDADE PRIVADA), LIBERDADE DE EXPRESSÃO X IMPRENSA ESTATAL COM CENSURA DO ESTADO.

 A ESCOLHA:

a)    DIREITA = LIBERAIS = ECONOMIA DE MERCADO, LIBERAL DEMOCRACIA;

b)    ESQUERDA = SOCIALISMO = PROPRIEDADE ESTATAL = ECONOMIA COM PLANEJAMENTO CENTRALIZADO = DITADURA DO PARTIDO ÚNICO.

  NÃO EXISTE LIBERDADE SEM PROPRIEDADE PRIVADA.

O desenvolvimento do comunismo primitivo foi sendo substituído com a divisão do trabalho pelo que hoje conhecemos como evolução das civilizações. As famílias, os grupos, as tribos, as aldeias, o comércio, as trocas, as especializações, os governos. A igualdade e pobreza do comunismo primitivo foi sendo substituído pela melhoria da qualidade de vida generalizada de todos, mas mais para os mais eficazes e menos para os menos eficazes.   

domingo, 19 de julho de 2026

OS IMPOSTOS SOBRE FORTUNAS E HERANÇAS TRANSFEREM O PODER DA COMPETENTE INICIATIVA PRIVADA PARA A CORRUPTA BUROCRACIA ESTATAL. PARA OS DEPUTADOS E SENADORES DA ESQUERDA BRASILEIRA.

PARA OS DEPUTADOS E SENADORES DA ESQUERDA BRASILEIRA.

OS IMPOSTOS SOBRE FORTUNAS E HERANÇAS TRANSFEREM O PODER DA COMPETENTE INICIATIVA PRIVADA PARA A CORRUPTA BUROCRACIA ESTATAL.

 A SUÉCIA ELIMINOU OS IMP. SOBRE FORTUNAS E HERANÇAS. MOTIVO: ESTAVAM MOTIVANDO FUGA DE CAPITAIS?

 RESPOSTA DA IA DO GOOGLE (GEMINI): Sim, o principal motivo para a Suécia eliminar os impostos sobre herança (em 2004) e fortuna (em 2007) foi conter a massiva fuga de capitais e empreendedores do país. O governo sueco constatou que a arrecadação gerada por esses tributos era mínima, enquanto o custo econômico decorrente da evasão fiscal e da perda de investimentos prejudicava severamente a economia nacional.

Os Principais Motivos das Reformas: Fuga de bilionários e capitais. Estima-se que mais de 500 bilhões de coroas suecas haviam deixado o país. Grandes fortunas e empresários icônicos, como Ingvar Kamprad (fundador da IKEA) e astros do esporte, mudaram-se para países com menor carga tributária, como a Suíça e Mônaco. Prejuízo às empresas familiares: O imposto sobre herança criava sérios entraves na sucessão de negócios. Herdeiros frequentemente viam-se obrigados a vender partes da empresa ou ativos imobilizados apenas para conseguir quitar o imposto. Baixa arrecadação e alta complexidade: O imposto sobre grandes fortunas nunca gerou mais do que 0,4% do PIB sueco. A burocracia para fiscalizar e avaliar os ativos financeiros era imensa e custosa para a administração pública. Impacto na classe média: Devido a regras de isenção que protegiam os ativos dos super-ricos e à valorização dos imóveis, o imposto sobre a fortuna acabou pesando proporcionalmente mais sobre a classe média do que sobre os bilionários.



KEYNES (brilhante economista que apesar de ser um crítico do socialismo, por suas conclusões se confunde com socialistas) SOBRE O CAPITAL: UM LIVRO-TEXTO OBSOLETO EM ECONOMIA, ERRADO, SEM INTERESSE E APLICAÇÃO NO MUNDO MODERNO. 1925.

MINHA OPINIÃO: CONFUSO, PROLIXO, INSERVÍVEL. Os volumes 2 e 3, pelo estilo, parece que foram reescritos por Engels.

 V. I. LENIN 1922: “Os comunistas se tornaram burocratas. Se há algo capaz de nos perder é isto”. “Uma raça de burocratas extremamente requintados (Lenin chamou de super espertalhões). 

MICHAIL GORBATCHOV: “O burocratismo, antípoda da democracia”. 

NIKITA KRUSHEV: que socialismo bom é este se todos querem fugir dele? Se fosse bom todos estariam querendo vir para cá.



sexta-feira, 10 de julho de 2026

A MOEDA – POLÍTICA MONETÁRIA, CRESCIMENTO SUSTENTADO E DESENVOVIMEMENTO.

 

A MOEDA – POLÍTICA MONETÁRIA, CRESCIMENTO SUSTENTADO E DESENVOLVIMENTO. 

A LIBERDADE ECONÔMICA SÓ EXISTE COM A PROPRIEDADE PRIVADA .

A LIBERDADE POLÍTICA SÓ EXISTE COM LIBERDADE ECONÔMICA. 

A LIBERDADE SE COMPLETA COM A INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA.

A ESTABILIDADE MONETÁRIA É CONDIÇÃO NECESSÁRIA, MAS NÃO O SUFICIENTE, PARA O CRESCIMENTO SUSTENTADO.

OS PREÇOS SÃO RELATIVAMENTE PROPORCIONAIS AO VOLUME MONETÁRIO (A LIQUIDEZ AO VOLUME MONETÁRIO).

TODO PROCESSO INFLACIONÁRIO INICIA-SE E É MANTIDO POR EXPANSÃO MONETÁRIA SUPERIOR À CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DA ECONOMIA.

BC INDEPENDENTE EVITA QUE LEIGOS ARROGANTES (SE LEREM NÃO ENTENDERÃO UM LIVRO DE POLÍTICA MONETÁRIA), DEMAGOGOS E CORRUPTOS COMANDEM.

PARA REVERTER UMA DEPRESSÃO É NECESSÁRIO ALÉM DA TAXA BÁSICA ADEQUADA EVITAR QUEDA DA LIQUIDEZ.

MILTON FRIEDMAN FALANDO SOBRE KEYNES E OS GASTOS PÚBLICOS (2001):

"O apelo de Keynes só oferece uma desculpa para que os políticos gastem mais dinheiro em prol de seus próprios interesses; afinal é o que os legisladores fazem - gastam o dinheiro dos outros”.

 A MOEDA – POLÍTICA MONETÁRIA E CRESCIMENTO.

 J. M. KEYNES: “Não existe meio mais sutil e mais seguro de subverter a base existente da sociedade do que pela desmoralização da moeda.” "Os regimes autoritários contemporâneos parecem resolver o problema do emprego à custa da eficiência e da liberdade."

 LÊNIN: “A melhor maneira de destruir um sistema capitalista é destruir a sua moeda.”

 ADAM SMITH: “Para retirar um estado do mais baixo nível de pobreza e elevá-lo à riqueza bastam três coisas: a paz, impostos módicos e uma boa administração da justiça. O resto virá por consequência.” Adam Smith, 21 anos antes de publicar A Riqueza das Nações.

“Não existe crescimento sustentado onde a política monetária não é acreditada (as autoridades, as instituições).”

 PAÍS QUE NÃO EMITE MOEDA RESERVA DE VALOR NÃO PODE CONVIVER COM TAXA BÁSICA REAL DE JURO NEGATIVA. OS EFEITOS SÃO:

a) DESVALORIZAÇÃO CAMBIAL;

b) QUEDA DO PIB EM DÓLAR;

c) EMPOBRECIMENTO DE TODOS (queda da renda real e do poder de compra) QUE SE CONTRAPÕE AO ARTIFICIAL ESTÍMULO AO CONSUMO DOS JUROS REAIS BÁSICOS NEGATIVOS (insustentáveis no tempo)

d) COM CÂMBIO FLUTUANTE AS IMPORTAÇÕES CAEM E AS EXPORTAÇÕES RECEBEM ESTÍMULO POSITIVO (evita crise cambial).

MAIOR RISCO: A MOEDA PERDER A FUNÇÃO DE RESERVA DE VALOR E VIRARMOS UMA ARGENTINA.

 POLÍTICA, substantivo feminino, arte ou ciência de governar. Arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados (ciência política) e de corporações. A palavra política é utilizada eleitoralmente (partidos políticos) na administração empresarial (políticas, normas e procedimentos) e em outras atividades e ciências. Neste caso vamos utilizar a política no sentido de governar um estado (nação). Considero a política a atividade superior nas relações entre as nações e internamente nos países.

 CHINA E VIETNÃ ADOTARAM A ECONOMIA DE MERCADO (DIREITA LIBERAL EM ECONOMIA) MANTENDO EM POLÍTICA A DITADURA E PARTIDO ÚNICO (ESQUERDA SOCIALISTA).

O CRESCIMENTO DA CHINA E DO VIETNÃ VIERAM APÓS ADOTAREM A ECONOMIA DE MERCADO (PROPRIEDADE PRIVADA, DIREITA).

NÃO É DEMOCRACIA LIBERAL (DIREITA) REGIMES POLÍTICOS QUE NÃO ADOTAM A ROTATIVIDADE NO PODER.

NÃO EXISTE DEMOCRACIA SEM PODER LEGISLATIVO INDEPENDENTE. QUANDO ATACAM O LEGISLATIVO COMO UM TODO, ATACAM A DEMOCRACIA.

Frases soltas de publicações anteriores (1994 a 2022).

 

sexta-feira, 3 de julho de 2026

4 SÍNTESES DE ESCRITOS ANTIGOS: 2009 a 2018.

 A REFORMA MONETÁRIA FEITA PELOS ALIADOS (EUA, RU e FRANÇA) NA ALEMANHA. 2018.

20/06/1948: EUA, RU e França uniram suas zonas de ocupação e decidiram implantar uma reforma monetária e criar um estado provisório sob seu controle. Um mês depois, cada cidadão alemão pôde trocar 40 Reichsmark (a moeda antiga de 1924) por 40 unidades da nova moeda introduzida pelos aliados: o marco alemão (Deutsche Mark, ou DM). Para empresários e autônomos, a relação de troca era mais favorável.

Em 18/06/1948, sexta feira, RU, EUA e França anunciaram a lei da reforma do sistema financeiro alemão que entraria em vigor em 20/06/1948.

O novo dinheiro foi distribuído nos guichês (10 bilhões, 701 milhões e 720 mil marcos alemães - Deutsche Mark), onde as pessoas apanhavam as senhas para adquirir alimentos. Cada cidadão alemão recebeu 40 marcos, e 20 marcos um mês depois. Todos igualmente, ricos ou pobres. O plano foi um sucesso. As mercadorias apareceram e os preços foram sendo estabelecidos pelo mercado. As exportações subiram, pois a moeda era desvalorizada em relação a outras. Muitas indústrias não haviam sido destruídas e foram reativadas. O PIB subiu rapidamente.

O Milagre econômico.

O milagre econômico gerado pela reforma monetária se deveu às potências aliadas de ocupação, mas também a Ludwig Erhard, diretor de economia. Declarou a invalidez da senha de racionamento simultaneamente à reforma monetária. Enquanto a escassez na Europa era administrada com economia planificada, Erhard apostava nas forças do livre mercado. Em meio à escassez, os preços deveriam estimular a produção para garantir o abastecimento de mercadorias. Os críticos prognosticaram o fracasso da política de Erhard, que mais tarde foi ministro da Economia e tornou-se o segundo chanceler federal alemão do pós-guerra. Sua estratégia funcionou. A economia alemã cresceu de 10% a 12% por trimestre, com taxas moderadas de inflação e produção crescente. Isso dava margem para aumento de salários e novo poder aquisitivo. No final dos anos 60, já havia emprego pleno na Alemanha. Entre as explicações para o milagre da abundância: as empresas produziram muito para o "dia D", mas retiveram suas mercadorias, a fim de não receber a velha moeda sem valor algum e sim a nova.

Todos os estrangeiros (inclusive os alemães orientais que apostavam na moeda antiga) perderam tudo (inclusive brasileiros, imigrantes que confiavam na recuperação alemã e de sua moeda, que passou a valer zero.). Foi mais ou menos um cano (o prazo para trocar a moeda antiga para a nova foi curto e os estrangeiros perderam).

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 GASTOS PÚBLICOS: A DIFÍCIL ESCOLHA DOS NESSESSÁRIOS ENTRE OS POSSÍVESIS. 2015.

Na administração pessoal, empresarial ou publica sempre existirá a difícil escolha entre os gastos possíveis e os necessários (os gastadores irresponsáveis e os responsáveis). Na vida pessoal e empresarial quando os gastos necessários extrapolam os possíveis, a primeira solução é a busca de financiamentos e empréstimos. Quando o crédito acaba por falta de pagamentos os gastos têm que ser reduzidos por falta de recursos (é o ajuste obrigatório ou falência). Os gastos necessários são ajustados aos possíveis por falta de recursos e de crédito. Na vida pública existem os governos gastadores (a maioria populista irresponsável ou incompetente para administrar limites) que têm como freio o poder legislativo (através do orçamento e leis). Quando o poder legislativo entra na festa da gastança irresponsável, os efeitos são desequilíbrios com a demanda global superior à oferta. De início recorre-se a importações (têm por limite o crédito externo). Um efeito imediato é a inflação que exige taxa básica de juros mais altas para combater o processo inflacionário que se inicia. O custo de carregamento da dívida pública aumenta com o custo das captações de financiamentos pelo governo (taxa básica abaixo da adequada faz juros de mercado de longo prazo subirem. As adequadas evitam aumentos nos juros de longo prazo). Outro efeito ocorre nas contas externas: como a demanda interna sobe acima da oferta, as importações sobem e ocorrem os déficits, que têm por limite o crédito externo. Se a gastança irresponsável não é corrigida (próprio dos governos populistas de esquerda) ocorre a crise cambial, falta de recursos e reservas para fazer face a pagamentos externos. A solução é fazer voluntariamente os ajustes nos gastos públicos, decretar moratória ou negociar os pagamentos da dívida externa. De toda maneira os gastos serão reduzidos. O Brasil já decretou moratória e arrependeu-se (felizmente). A rica Argentina decretou ou deixou de pagar suas dívidas várias vezes. O resultado foi o empobrecimento de seu povo e perda de crédito externo. Faltam recursos para importar até itens ultra necessários, como medicamentos. Nesta hora o povo cansado das demagogias da esquerda elege um governo de direita que se compromete a fazer os ajustes necessários nas contas públicas. Outro efeito recorrente é a relação aumento irresponsável dos gastos públicos com a corrupção.

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 LIBERALISMO E MONOPÓLIO (OLIGOPÓLIO). 2014.

Um dos problemas mais difíceis do pensamento liberal é como lidar com monopólios (oligopólios), que inibam a liberdade efetiva. A existência de um mercado livre não elimina a necessidade do governo. O governo é essencial para determinação das regras do jogo e é um árbitro para julgar as controvérsias. Para o liberal o fim não justifica os meios, mas sim a utilização de meios adequados (a discussão livre).

O governo como legislador e árbitro: o estabelecimento antecipado das regras do jogo; o estabelecimento de um árbitro aceito pelas partes; a garantia do cumprimento das regras; o governo evitar a coerção do mais forte sobre o mais fraco; a garantia do direito de propriedade; o fornecimento de uma estrutura monetária.

O monopólio (oligopólio) técnico (natural), seus efeitos laterais e o governo:

a) privado;

b) público; e

c) regulação pública.

As três opções são inconvenientes e o governo deve optar para o mal menor conforme as condições. Os efeitos do monopólio privado não regulado podem ser intoleráveis (a regulação governamental passa a ser um mal menor).

Resumindo: o governo deve manter a lei e a ordem; garantir o direito de propriedade; julgar as disputas sobre entendimentos divergentes das regras do jogo; fornecer uma estrutura monetária; procurar evitar os efeitos laterais do monopólio técnico; suplementar a caridade privada.

Liberalismo não é anarquia.

O liberal teme a concentração de poder. Condena o governo operar qualquer atividade que possa ser executada pela iniciativa privada.

Este texto foi baseado em Milton Friedman. MAG 01/2014.

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CÂMBIO ADMINISTRADO OU FLUTUANTE? 2009.

O câmbio de equilíbrio é aquele que for bom para a maioria. Nunca será bom para todos. Se for ruim para os consumidores não é bom para a economia. Não existe liberalismo sem livre concorrência (com regras do jogo que a protejam), assim como não existem consistentes ganhos de produtividade, competitividade e avanços tecnológicos, com reservas de mercados ou privilégios, qualquer que seja ele (inclusive proteção cambial, mesmo que escondido atrás de artificialismos).

CÂMBIO FLUTUANTE COMO SOLUÇÃO DO MERCADO LIVRE (Milton Friedman).

“A instabilidade das taxas de câmbio é um sintoma da instabilidade da estrutura econômica subjacente. A eliminação de tais sintomas pelo congelamento administrativo das taxas cambiais não corrige nenhuma das dificuldades subjacentes e só torna o ajustamento a elas ainda mais penoso.”

O CÂMBIO ADMINISTRADO é o resultado da vontade de um burocrata de governo. Pode ser fixado acima ou abaixo do de equilíbrio (o resultante das forças de mercado, o flutuante), será sempre um valor artificial, prejudicando uns e favorecendo outros. É vulnerável à corrupção.

Taxa de Câmbio Real x Taxa Nominal: a taxa de câmbio, independente do regime adotado, sempre tenderá para a real, pois esta independe do regime cambial adotado. A taxa de câmbio administrada sempre tenderá para a real (flutuante).

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quinta-feira, 2 de julho de 2026

AINDA SOBRE O DOMÍNIO DAS MÍDIAS COMERCIAIS, ESCOLARES E ACADÊMICAS PELA ESQUERDA SOCIALISTA. A PROPRIEDADE PRIVADA A DIREITA E A ESQUERDA (a distorção da ideia socialista e da realidade histórica):

 

AINDA SOBRE O DOMÍNIO DAS MÍDIAS COMERCIAIS, ESCOLARES E ACADÊMICAS PELA ESQUERDA SOCIALISTA.

GOOGLE: A PROPRIEDADE PRIVADA A DIREITA E A ESQUERDA (a distorção da ideia socialista e da realidade histórica):

GOOGLE: ‘A defesa da propriedade privada não é uma característica exclusiva da direita. Embora seja um conceito frequentemente associado à direita, a esquerda também pode reconhecer a importância da propriedade privada, especialmente em relação à propriedade de bens de consumo ou pequena propriedade. O que diferencia a esquerda da direita nesse aspecto é a ênfase dada à propriedade dos meios de produção e à desigualdade social que pode surgir da concentração da propriedade privada’.

 COMENTO: A esquerda não reconhece nem aceita a propriedade privada dos meios de produção. Cinicamente dizem aceitar a propriedade dos bens de consumo. O que? Alimentos em que quantidade? Casa, TV, rádio, geladeira, microcomputador, micro-ondas, joias? E o dinheiro? Qual é a poupança aceita? Desapropriaram residências sem indenizações em todas as experiências ocorridas.

 GOOGLE: ‘Historicamente, movimentos de esquerda têm defendido a propriedade social ou coletiva dos meios de produção, como terras, fábricas e recursos naturais, para promover maior igualdade social e evitar a concentração de poder econômico’.

 COMENTO: PROPRIEDADE SOCIAL OU COLETIVA DOS MEIOS DE PRODUÇÃO = PROPRIEDADE ESTATAL, PODER CONCENTRADO COM A ELITE POLÍTICA, MILITAR E BUROCRÁTICA EM SUBSTITUIÇÃO À INICIATIVA PRIVADA (incontáveis agentes econômicos). CONCENTRA AO INVÉS DE DISTRIBUIR.

 QUAL A DIFERENÇA BÁSICA QUE DIFERENCIA A ESQUERDA DA DIREITA? A QUE INFLUENCIA TODAS AS OUTRAS? A PROPRIEDADE PRIVADA DEFENDIDA PELA DIREITA. A PROPRIEDADE ESTATAL DEFENDIDA PELA ESQUERDA. O resto é marketing político, narrativas, demagogias, desonestidade intelectual. A esquerda concentra o poder econômico e político no grupo que domina o estado, a elite política, militar e burocrática. A direita defende a propriedade privada, incontáveis agentes econômicos (distribui ao invés de concentrar). Todos podem poupar comprando ações ou emprestando, através dos bancos, para o consumo ou empreendedores (empresários), recebendo em forma de juros parte dos lucros. É o milagre do sucesso do modelo econômico da direita, a liberdade, os mercados (livres para entrada e saída) e a concorrência.

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MAG PERGUNTA À IA DO GOOGLE: É possível responder sim ou não sem mas. Se não for possível não responda?

1)    Liberalismo em economia tem como base a propriedade privada? IA DO GOOGLE: SIM.

2)    Liberalismo em política tem como base a liberal democracia? IA DO GOOGLE: SIM.

3)    Liberalismo nasceu defendendo que o poder deve ser o definido em leis iguais para todos (contra o absolutismo)? IA DO GOOGLE: SIM.

4)    Liberalismo defende que o poder é o definido em leis e não das autoridades? IA DO GOOGLE: SIM.

5)    Liberalismo defende que as leis devem definir os limites do poder das autoridades? IA DO GOOGLE: SIM.

6)    Economia de mercado é um princípio liberal? IA DO GOOGLE: SIM.

7)    Democracia é o contrário de ditadura e de partido político único? IA DO GOOGLE: SIM.

8)    Democracia pressupõe a possibilidade de rotatividade no poder? IA DO GOOGLE: SIM.

9)    Liberalismo defende que compete aos governos regular e não operar? IA DO GOOGLE: SIM.   

Se você quiser, posso aprofundar os conceitos históricos de cada um desses pontos ou recomendar leituras sobre a evolução do liberalismo e da democracia.

MAG: Continuando com respostas sim ou não.

1)    PROPRIEDADE PRIVADA, ECONOMIA DE MERCADO E LIBERDADES INDIVIDUAIS É PRINCÍPIO LIBERAL? .IA DO GOOGLE: SIM.

     2) DEFINIR SOCIALISMO COMO ECONOMIA DE MERCADO, DEMOCRACIA E LIBERDADES É ERRADO?  IA DO GOOGLE: SIM.

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O CAPITAL, KARL MARX.

O primeiro volume de O CAPITAL, principal obra de KARL MARX, foi publicado em 1867. A obra completa é dividida em três volumes:

1) 1867 (publicado em vida por Marx).

2) 1885 (organizado e publicado por Friedrich Engels);

3) 1894 (organizado e publicado por Friedrich Engels).

 

KEYNES SOBRE O CAPITAL: UM LIVRO-TEXTO OBSOLETO EM ECONOMIA, ERRADO, SEM INTERESSE E APLICAÇÃO NO MUNDO MODERNO. 1925.

MINHA OPINIÃO: CONFUSO, PROLIXO, INSERVÍVEL. Os volumes 2 e 3, pelo estilo, parece que foram reescritos por Engels.

 V. I. LENIN 1922: “Os comunistas se tornaram burocratas. Se há algo capaz de nos perder é isto”. “Uma raça de burocratas extremamente requintados (Lenin chamou de super espertalhões). 

MICHAIL GORBATCHOV: “O burocratismo, antípoda da democracia”. 

NIKITA KRUSHEV: que socialismo bom é este se todos querem fugir dele? Se fosse bom todos estariam querendo vir para cá.

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18/06/2012. PUBLICADO NO BLOG.

ESTABILIDADE MONETÁRIA É CONDIÇÃO NECESSÁRIA PARA O CRESCIMENTO SUSTENTADO?

 Para os economistas monetaristas sim (necessária, mas não o suficiente). Pela análise das funções da moeda podemos ter um entendimento razoável. A moeda foi uma criação do mercado destinada a facilitar as negociações. Para isto é necessário que ela cumpra as funções de: a) Reserva de Valor (formação de poupanças); b) Unidade de Medida (substitui várias unidades de medida, como metro, o kg etc.). A moeda é uma unidade de medida que permite que os produtos e serviços sejam valorizados e negociados; c) Meio de Pagamento (a compra de produtos e serviços com uma unidade de medida que pode ser guardada com facilidade como reserva de valor). É a obediência às suas funções que fazem da Moeda uma das maiores criações da humanidade, a facilidade de negociações e de formação de mercados confiáveis. Deixando a moeda de obedecer a uma das funções ela perde seu poder, vejamos:

Deixando de obedecer à função de Reserva de Valor (a inflação reduz o poder desta função) ela deixa de prestar-se como Unidade de Medida para negócios a médio e longos prazos (vendas e financiamentos). Tem de ser substituída por outra medida de valor. Se pequena a inflação (perda de poder de compra da moeda) a taxa de juros nominal complementa a função de unidade de medida para negócios a médio e longo prazos. Sendo maior o processo inflacionário a insegurança (imprevisibilidade) exige que outra unidade de medida substitua a moeda. No caso os índices de inflação substituem a moeda como medida de valor (funciona como outra moeda). A experiência demonstrou que nestes casos o processo inflacionário caminha para a ESTAGFLAÇÃO (estagnação com inflação). Inflação sem ou com baixo crescimento (é a falta do cumprimento da função de Reserva de Valor pela moeda que dificulta e reduz os negócios). A inflação fica ascendente criando o que se denominou de inércia inflacionária (memória inflacionária), processo extremamente difícil de ser revertido. Exige longo tempo com baixo crescimento para a eliminação da memória e da inércia inflacionária.

 DEMAGOGIAS MONETÁRIAS: fácil entender que o excesso de monetização em um primeiro momento reduz as taxas de juros nominais de mercado e aumenta as atividades. Fácil também entender que este artificialismo populista (tomado sempre em vésperas de eleições) desequilibra o crescimento harmonioso entre a oferta e a demanda (a velocidade da demanda fica superior ao da oferta). O mercado substitui este desequilíbrio com o aumento dos preços (a inflação). A inflação reduz o poder de compra de todos (mais dos salários), por extensão reduz o tamanho do mercado e o crescimento. Fácil entender que apesar de provocar um crescimento artificial no início, traz desequilíbrios que terão que ser corrigidos com esforço superior às benesses iniciais. Podemos concluir que o crescimento sustentado exige um ambiente com estabilidade monetária (necessário, mas sozinho não o suficiente). Por extensão podemos condenar a inflação como um empecilho ao processo de crescimento sustentado.