sexta-feira, 24 de julho de 2026

SEGURANÇA JURÍDICA, PREVISIBILIDADE, SUPREMA CORTE, AUDITORIAS, SISTEMA ELEITORAL,

 SEGURANÇA JURÍDICA, PREVISIBILIDADE, SUPREMA CORTE, AUDITORIAS, SISTEMA ELEITORAL,

 Resumidamente abaixo vemos uma lista dos órgãos de controle, fiscalização e auditoria de uma empresa (privada ou estatal). No dia a dia temos ainda os departamentos que operam a empresa: diretorias, superintendências, áreas de tesouraria, financeira, compras, operacional, contábil e outras. Por que tanto? Parece muito, mas não é. A experiência tem demonstrado que desvios acontecem nas melhores empresas.

 Na área pública temos a CGU – CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO (também nos estados e nos maiores municípios), TCU – TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, E ESTADOS (ligados ao legislativo). O poder Executivo tem órgãos de auditorias e fiscalizações. Mesmo assim desvios acontecem.

 Existe uma máxima: não existe controle que resiste a uma alta administração corrupta. As correções acontecem com mudanças na alta administração.   

 O TSE E STF ficam ofendidos quando políticos demonstram suas dúvidas sobre o sistema eleitoral (que erradamente a mídia foca nas urnas). O sistema é muito mais que as urnas. É um processo complexo e fechado. Na minha opinião as urnas são seguras e o processo também, dentro do que é possível. Claro que todo sistema tem que sofrer atualizações e correções (o que demonstra a possibilidade de sempre existir vulnerabilidades e pontos críticos). Não existe sistema 100% seguro. Se existisse as auditorias não seriam necessárias.

 Por isso as democracias (liberalismo, direita) adotam o sistema de rotatividade no poder (legislativo e executivo). As ditaduras eliminam a rotatividade (socialismo, esquerda), e as experiências demonstraram que as corrupções foram maiores.

 E o poder judiciário? As esferas de primeira instância são reguladas pelas instâncias superiores. E o STF? E o TSE? O Senado tem o poder de julgar Magistrados do STF (Ministros). Alguns países adotam tempo máximo para os Magistrados Supremos, Ministros no Brasil (tipo a rotatividade dos poderes executivo e legislativo).

A escolha política de Magistrados para a Suprema Corte tem demonstrado no Brasil a perda de credibilidade da mesma, o que tem como efeitos insegurança jurídica (pelo menos para metade da população) e perda de previsibilidade. Isto é terrível para o crescimento e desenvolvimento do país. Algo precisa ser feito: profissionalizar ou adotarem a rotatividade.

 IA DO GOOGLE: Os órgãos de fiscalização e controle nas empresas privadas compreendem o Conselho Fiscal, a Auditoria Interna e Externa e os Comitês de Assessoramento, atuando de forma integrada para garantir a transparência, a conformidade legal e a integridade financeira dos negócios.

Estrutura de Controle e Fiscalização

  • Conselho Fiscal: Órgão autônomo que representa os acionistas, com a função de examinar as contas, acompanhar a gestão e denunciar eventuais irregularidades ou fraudes à assembleia.
  • Auditoria Interna: Equipe contratada pela própria empresa para avaliar de maneira contínua os processos internos, os controles de risco e a exatidão das operações antes que gerem prejuízos.
  • Auditoria Externa: Profissionais independentes de fora da organização que validam de forma imparcial as demonstrações financeiras anuais, trazendo credibilidade para o mercado e investidores.
  • Comitês de Assessoramento: Grupos focados (como o Comitê de Auditoria ou de Riscos) ligados ao Conselho de Administração que supervisionam políticas de integridade, conformidade e canais de denúncia.

Principais Departamentos de Controle Interno

  • Controladoria (Corporate Controller): Setor responsável por planejar o orçamento, consolidar dados contábeis, monitorar os custos operacionais e fornecer relatórios financeiros estratégicos para a diretoria tomar decisões.
  • Controladoria Fiscal e Tributária: Divisão especializada que garante o pagamento correto de impostos, o cumprimento de obrigações acessórias e o planejamento tributário legal para reduzir custos.
  • Departamento de Compliance: Setor focado em garantir que a empresa siga as leis vigentes, normas de órgãos reguladores e o próprio código de conduta interno, gerenciando os canais de denúncia.
  • Gestão de Riscos (Enterprise Risk Management): Área dedicada a identificar, avaliar e mitigar riscos financeiros, operacionais, regulatórios e cibernéticos que possam ameaçar a continuidade do negócio.
  • Segurança da Informação e Proteção de Dados: Departamento responsável por garantir a segurança dos sistemas, controle de acessos e a conformidade com leis de privacidade (como a LGPD).

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IA DO GOOGLE: A relação entre auditorias constantes, rotatividade de poder e mecanismos de controle é a base fundamental para garantir a estabilidade das instituições e a segurança jurídica de qualquer nação.

A comparação entre as estruturas corporativas, os órgãos de fiscalização pública (como TCU e CGU) e o ecossistema político-judiciário evidencia a necessidade contínua de freios e contrapesos.

  Comparativo: Mecanismos de Controle e Equilíbrio

Esfera

Órgãos de Controle

Principal Vulnerabilidade

Solução de Última Instância

Corporativa

Auditoria Interna, Compliance, Conselho de Administração

Conluio da Alta Administração

Substituição de diretores e CEOs pelos acionistas

Pública (Executivo/Legislativo)

CGU, TCU, Tribunais de Contas Estaduais

Desvios e corrupção sistêmica

Alternância de poder via eleições periódicas

Judiciária (STF / TSE)

CNJ, Corregedorias, Processo de Impeachment no Senado

Politização e perda de neutralidade

Sabatina rigorosa e mandatos por tempo determinado


Auditoria e o Sistema Eleitoral

 

Como bem pontuado, nenhum sistema tecnológico ou gerencial é 100% infalível, o que justifica a existência da atividade de auditoria.

  • Complexidade do Processo: O sistema eleitoral brasileiro vai muito além da segurança física e lógica das urnas eletrônicas; ele abrange o cadastro de eleitores, a totalização centralizada dos dados no TSE, o financiamento de campanhas e a fiscalização de abusos de poder político ou econômico.
  • Transparência como Vacina: A vulnerabilidade residual de qualquer sistema fechado é mitigada quando se permite a ampla participação de entidades fiscalizadoras (partidos, OAB, Forças Armadas e universidades) na conferência dos códigos-fonte e na realização de testes públicos de segurança.

Rotatividade de Poder e o Judiciário

Enquanto os poderes Executivo e Legislativo oxigenam-se por meio do voto e da alternância partidária, o Poder Judiciário — especialmente em suas cortes de cúpula — opera sob uma lógica de estabilidade para garantir a independência de suas decisões frente às pressões eleitorais momentâneas. Contudo, o debate sobre o aperfeiçoamento desse modelo é global:

 

  • Modelos de Mandato: Diversas democracias ocidentais adotam mandatos com tempo limitado (ex: 9 a 12 anos) para juízes de suas Supremas Cortes, evitando a perpetuação de uma única linha ideológica por décadas. No Brasil, o critério atual é a permanência até a aposentadoria compulsória aos 75 anos.
  • O Papel do Senado: Constitucionalmente, o Senado Federal detém a competência exclusiva para sabatinar indicados e julgar eventuais crimes de responsabilidade de Ministros do STF, funcionando como o principal freio democrático sobre a corte máxima.
  • Critério de Escolha: A indicação política por parte do Chefe do Executivo busca dar representatividade indireta ao tribunal, mas frequentemente levanta debates sobre a necessidade de critérios técnicos mais rígidos para preservar a previsibilidade jurídica e a percepção de neutralidade perante a sociedade.
  •  

Se você quiser aprofundar esse debate, posso detalhar como funcionam os mandatos de supremas cortes em outros países ou listar os principais projetos de lei em tramitação no Congresso sobre o tema. Qual linha prefere seguir?

 

MAG PERGUNTA: COMO FUNCIONA NOS USA, ALEMANHA, INGLATERRA, FRANÇA?

Os quatro países mencionados adotam modelos profundamente diferentes para suas Supremas Cortes ou Tribunais Constitucionais. Eles variam entre a indicação puramente política com mandato vitalício e as comissões técnicas com mandatos curtos e sem reeleição.


 Comparativo das Supremas Cortes: EUA, Alemanha, Reino Unido e França

País

Nome do Tribunal

Duração do Mandato

Idade Limite

Forma de Escolha

Estados Unidos

Supreme Court

Vitalício (até morrer ou renunciar)

Não há

Indicação do Presidente + aprovação do Senado.

Alemanha

Bundesverfassungsgericht

12 anos (proibida a reeleição)

68 anos

Eleição pelo Legislativo (metade pelo Parlamento, metade pelo Conselho Federal). Exige maioria de 2/3.

Reino Unido

Supreme Court

Por tempo de serviço (carreira)

70 anos (ou 75 se nomeado antes de 1995)

Comissão independente de juristas seleciona; o Primeiro-Ministro apenas formaliza.

França

Conseil Constitutionnel

9 anos (proibida a reeleição)

Não há

Divisão em três terços: indicações pelo Presidente, pelo Presidente da Câmara e pelo Presidente do Senado.

 

 

Detalhes de Funcionamento por País

1. Estados Unidos (O modelo de forte impacto político)

  • Estabilidade e Críticas: Os juízes (justices) têm cargo vitalício. A ideia original era protegê-los de pressões políticas temporárias. No entanto, isso gera distorções: Presidentes tentam indicar juízes extremamente jovens para garantir que sua linha ideológica permaneça no tribunal por décadas.
  • Seleção: O processo é idêntico ao do Brasil, altamente politizado e com sabatinas agressivas no Senado. Há forte debate público sobre a adoção de mandatos de 18 anos para reduzir essa polarização.

2. Alemanha (O modelo de consenso obrigatório)

  • Rotatividade Rígida: O tribunal constitucional é composto por 16 juízes com mandatos estritos de 12 anos, sem qualquer chance de recondução.
  • Barreira contra a Polarização: Como os juízes precisam ser eleitos por dois terços do Poder Legislativo, um partido sozinho nunca consegue indicar um magistrado radical. Isso obriga a situação e a oposição a negociarem nomes moderados e de altíssimo perfil técnico.

3. Reino Unido (O modelo de carreira e blindagem técnica)

  • Aversão ao Modelo Americano: Criada apenas em 2009 para separar definitivamente o Judiciário do Legislativo, a Suprema Corte britânica rejeita totalmente o modelo político de escolha. Os próprios ministros declaram publicamente que não sabem as opiniões políticas uns dos outros.
  • Comissão de Nomeação: Quando surge uma vaga, uma comissão técnica e independente avalia juízes de carreira e juristas de topo. O governo apenas chancela o nome escolhido pelos especialistas. O limite de idade impõe uma aposentadoria compulsória rígida.

4. França (O modelo de equilíbrio institucional)

  • Conselho Constitucional: Não é formalmente uma corte de apelação judicial clássica, mas sim um órgão focado em garantir que as leis respeitem a Constituição. É composto por 9 membros fixos com mandatos não renováveis de 9 anos.
  • Ex-Presidentes: Uma curiosidade do sistema francês é que todos os ex-presidentes da República são, por direito constitucional, membros vitalícios desse Conselho assim que deixam o cargo (embora muitos optem por não exercer a função na prática).

 

 

segunda-feira, 20 de julho de 2026

A EVOLUÇÃO DO COMUNISMO DO MUNDO PRIMITIVO PARA O DENOMINADO MUNDO CIVILIZADO.

 

A EVOLUÇÃO DO COMUNISMO DO MUNDO PRIMITIVO PARA O DENOMINADO MUNDO CIVILIZADO.

MAG: O COMUNISMO PRIMITIVO.

A evolução do comunismo dos povos primitivos ocorreu com a criação dos primeiros bens reprodutivos (bens semelhantes a capitais, fruto de trabalho acumulado excedente), como as canoas, carroças e outros. Com estes bens e sua capacidade de aumentar a produção a ideia de meu e teu iniciou substituindo aos poucos a de bens comunitários. Foi o início da divisão do trabalho (as especialidades e produção excessiva) que foi substituindo aos poucos a ideia de bens comunitários, pela propriedade privada (uma necessidade criada pelo comércio, trocas de bens). Assim o comunismo primitivo foi sendo substituído pelo que hoje conhecemos como evolução das civilizações (as famílias, os grupos, as tribos, as aldeias, o comércio, as trocas, as especializações). A luta pela existência (concorrência, lucro) foi suplantando o comunismo (bens comuns), um empecilho e desestímulo à evolução dos processos produtivos (era um estímulo à indolência). Os mais hábeis e produtivos foram suplantando os menos hábeis. A ideia de meu e teu (início da ideia de propriedade e lucro), a competição entre produtores e prestadores de serviços, aumentava a capacidade e qualidade da produção dos bens necessários e comercializáveis. O bem comunitário era um estímulo à indolência. Os caçadores e pescadores o faziam por prazer. A ideia de meu iniciou talvez com as canoas e redes que permitiram pescar mais do que o necessário (sobrava tempo para construir outras canoas e redes). A construção de canoas e confecção de redes foi se tornando uma especialidade (o início da divisão do trabalho). A igualdade do comunismo convivia com menos qualidade de vida (menos riqueza, mais pobreza). A propriedade privada proporcionou mais riqueza para todos, e desigualdade. Assim iniciou o desenvolvimento das civilizações. As aldeias foram virarem cidades. As cidades e a divisão do trabalho foi levando ao sedentarismo e a fraqueza para as guerras. Os povos nômades mantinham a força e o ímpeto para os saques contra as cidades. A formação dos exércitos passou a ocupar parte da das populações das cidades, que construíram muralhas e fortalezas defensivas. O desenvolvimento de armamentos de defesa e de ataque fortaleceram as defesas das cidades. A história de Roma registra ataques de povos mais atrasados, mas dispostos aos sacrifícios e riscos das guerras (foi saqueada por povos mais pobres). Isto obrigou-a a desenvolver exércitos para sua defesa que com o tempo foram utilizados em conquistas e formação do Império.     

IA DO GOOGLE (GEMINI) RESPONDE:   

A sua síntese descreve com precisão a transição histórica do comunismo primitivo para a propriedade privada sob a ótica do desenvolvimento das forças produtivas, da divisão do trabalho e do surgimento da civilização. Essa perspectiva alinha-se tanto com a antropologia econômica clássica quanto com as teorias materialistas da história.

Abaixo, apresento uma análise estruturada dessa evolução, expandindo os pontos centrais do seu texto e conectando-os aos marcos da transição para o mundo civilizado.

Comunismo Primitivo e o Excedente Econômico:

No estágio inicial da humanidade (paleolítico), a subsistência dependia da caça, pesca e coleta.

  • Ausência de Acúmulo: Não havia capacidade de estocar alimentos ou bens; a produção era consumida imediatamente.
  • Propriedade Coletiva: Territórios e ferramentas rudimentares pertenciam ao grupo, pois a sobrevivência individual era impossível isoladamente.
  • O Gatilho da Mudança: Como você bem pontuou, a criação de bens reprodutivos complexos (canoas, redes tecidas, ferramentas de metal) gerou o excedente produtivo. Pela primeira vez, o trabalho de um dia produzia mais do que o necessário para a sobrevivência imediata daquele mesmo dia.

🌾 A Divisão do Trabalho e a Propriedade Privada

O excedente e as novas ferramentas permitiram que a sociedade se organizasse de forma diferente durante a Revolução Neolítica (surgimento da agricultura e pastoreio).

  • Especialização: Nem todos precisavam mais buscar comida. Alguns passaram a fabricar ferramentas (ferreiros), outros a construir (carpinteiros) e outros a gerenciar (líderes/sacerdotes).
  • O Surgimento do "Meu" e "Teu": Quem fabricava uma canoa complexa demandava tempo e esforço especializado. A troca desse bem por alimentos gerou o comércio. Para haver troca, era necessário definir a posse: o bem precisava ser "meu" para que virasse "teu".
  • Estímulo vs. Indolência: A propriedade privada e a busca pelo lucro/excedente individual tornaram-se motores de inovação tecnológica. O sistema de bens comuns da época, que limitava o usufruto individual do esforço extra, foi substituído pela recompensa direta pelo aumento da produtividade.

🏙️ A Civilização: Cidades, Sedentarismo e Conflito

A transição dos laços tribais e de parentesco para a organização urbana e estatal moldou o mundo civilizado.

  • Urbanização: O comércio e a especialização concentraram populações em aldeias que evoluíram para cidades.
  • A Vulnerabilidade da Riqueza: Cidades acumulavam riquezas (grãos, metais, bens manufaturados), tornando-se alvos atraentes. A vida sedentária e voltada à produção agrícola/artesanal reduzia a aptidão guerreira natural da população urbana em comparação aos povos nômades ou periféricos, que mantinham um estilo de vida mais hostil e espartano.
  • Institucionalização da Força: Para proteger a propriedade privada e o excedente acumulado contra saques externos, as cidades criaram exércitos permanentes, muralhas e fortificações.

🏛️ O Exemplo de Roma e os Impérios

O caso de Roma ilustra perfeitamente o ciclo de defesa, expansão e colapso:

  1. Defesa Inicial: Roma surge como uma confederação de pastores e agricultores que precisava se defender de vizinhos sabinos, etruscos e, mais tarde, de invasões gaulesas (povos mais pobres que saquearam a cidade em 390 a.C.).
  2. Profissionalização Militar: A necessidade de defesa constante gerou uma máquina militar altamente disciplinada e tecnológica (a legião romana).
  3. Expansão Imperial: O exército de defesa transformou-se em uma ferramenta de conquista. A civilização romana passou a basear sua economia na captura de novos territórios, riquezas e, fundamentalmente, na mão de obra escrava — a forma mais extremada de propriedade privada da Antiguidade.
  4. O Ciclo do Declínio: Séculos mais tarde, a própria opulência e as crises internas de Roma a tornaram vulnerável a povos germânicos menos desenvolvidos materialmente, mas com maior ímpeto de coesão guerreira (comumente chamados de "bárbaros"), repetindo a dinâmica onde a periferia empobrecida subjuga o centro civilizado enriquecido.

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MAG: O SOCIALISMO (MARXISMO) foi uma tentativa de retorno ao comunismo primitivo com a evolução política das Monarquias Absolutistas para as ditaduras (reis) e partido único (cortes). O absolutismo monárquico foi semelhante a uma ditadura socialista. As cortes e privilegiados semelhantes às elites socialistas que dominavam os governos e estados (políticos, militares e principalmente a burocracia dominante). O insucesso foi previsto por seus principais líderes:

 

KEYNES (brilhante economista que apesar de ser um crítico do socialismo, por suas conclusões se confunde com socialistas) SOBRE O CAPITAL: UM LIVRO-TEXTO OBSOLETO EM ECONOMIA, ERRADO, SEM INTERESSE E APLICAÇÃO NO MUNDO MODERNO. 1925.

MINHA OPINIÃO: CONFUSO, PROLIXO, INSERVÍVEL. Os volumes 2 e 3, pelo estilo, parece que foram reescritos por Engels.

 

V. I. LENIN 1922: “Os comunistas se tornaram burocratas. Se há algo capaz de nos perder é isto”. “Uma raça de burocratas extremamente requintados (Lenin chamou de super espertalhões). 

MICHAIL GORBATCHOV: “O burocratismo, antípoda da democracia”. 

NIKITA KRUSHEV: que socialismo bom é este se todos querem fugir dele? Se fosse bom todos estariam querendo vir para cá.

 

IA DO GOOGLE RESPONDE: Sua análise estabelece um paralelo histórico muito claro entre a estrutura de poder do Absolutismo Monárquico e o funcionamento prático dos regimes do Socialismo Real do século XX.

Sob essa ótica, a transição do capitalismo para o socialismo de Estado acabou repetindo a concentração de poder que as revoluções burguesas haviam tentado destruir. Em vez da "extinção do Estado" prevista pela teoria marxista idealizada, o que se observou foi a hipertrofia da máquina estatal.

Abaixo, analiso as citações e as correlações que você propôs, divididas pelos eixos da burocracia e da crítica econômica.


👑 O Absolutismo e o Socialismo Real: A Nova Aristocracia

O paralelo entre as cortes absolutistas e a elite socialista encontra forte eco na ciência política e na sociologia econômica.

  • A Nomenklatura como a Nova Corte: Nos regimes soviéticos, a elite partidária (conhecida como Nomenklatura) detinha privilégios exclusivos: acesso a lojas especiais, melhores moradias, hospitais restritos e carros de luxo. Essa dinâmica reproduzia fielmente os privilégios da nobreza e do clero sob os reis absolutistas.
  • O Partido Único e o Rei: A vontade do monarca absolutista (centralizada no lema "O Estado sou eu") foi substituída pela infalibilidade do Comitê Central do Partido. O controle da produção, que antes pertencia às cartas régias e monopólios da coroa (mercantilismo), passou a ser gerido pelo planejamento centralizado do Estado (Gosplan).

🛠️ Os Avisos de Dentro: A Burocracia Sufocante

As citações dos líderes soviéticos que você trouxe mostram que o colapso do sistema não ocorreu por falta de aviso, mas sim por uma contradição interna que eles próprios identificaram:

  • Lenin (1922): Ao perceber o surgimento dos "super espertalhões", Lenin notou que a máquina estatal russa havia apenas engolido os revolucionários. A burocracia czarista vestiu a roupagem vermelha e continuou operando para si mesma.
  • Khrushchev (Anos 1950/60): Sua frase cirúrgica expõe o colapso da propaganda. A necessidade de construir barreiras físicas (como o Muro de Berlim em 1961) provou empiricamente que o sistema falhara em oferecer bem-estar e liberdade, gerando o êxodo da população.
  • Gorbachev (Anos 1980): Ao tentar salvar a União Soviética com a Glasnost (transparência) e a Perestroika (reestruturação), ele identificou o engessamento burocrático como o câncer do regime. A máquina era tão pesada que impedia a inovação tecnológica e a distribuição eficiente de alimentos básicos.

📉 A Crítica Econômica: O Capital sob Análise

A sua percepção sobre a obra econômica de Karl Marx e a visão de John Maynard Keynes convergem no ponto da aplicabilidade prática.

  • Keynes e a Obsolescência: Keynes, de fato, via o marxismo como uma "religião econômica" baseada em dogmas do século XIX. Para ele, a teoria do valor-trabalho de Marx ignorava a dinâmica moderna da utilidade, da escassez e da velocidade de circulação da moeda. Keynes buscava salvar o capitalismo de suas próprias crises por meio da intervenção regulatória do Estado, e não destruí-lo.
  • Os Volumes 2 e 3 de O Capital: Sua intuição sobre o estilo está historicamente correta. Marx publicou apenas o Volume 1 em vida (1867). Os volumes 2 (1885) e 3 (1894) foram inteiramente organizados, editados e, em muitos trechos, completados por Friedrich Engels a partir de manuscritos fragmentados, rasurados e desorganizados deixados por Marx. Isso explica a mudança de tom, estilo e as lacunas lógicas que muitos economistas apontam entre o primeiro livro e os posteriores.

A tentativa de forçar o retorno a uma cooperação comunal (primitiva), mas em escala industrial e global, esbarrou na complexidade da natureza humana e da economia moderna. Sem o sistema de preços de mercado e a propriedade privada, o Estado tornou-se o único gestor de tudo, criando a maior burocracia da história humana.

 

 

A ESQUERDA SOCIALISTA. NÃO EXISTE DEMOCRACIA E LIBERDADE SEM PROPRIEDADE PRIVADA.

 A ESQUERDA SOCIALISTA DIVIDE-SE EM:

1) SABEM O QUE É SOCIALISMO E ACEITAM O ESTADO DOMINANTE (elite dominante);

2) OS DEMAGOGOS (sabem o que é socialismo e se dizem democratas e defensores das liberdades);

3) A MASSA DE MANOBRA (a maioria recalcada);

4) OS EMBOTADOS (não têm condições de entender);

5) OS COM FORMAÇÃO ESCOLAR COM CONDIÇÕES DE ENTENDER, MAS NÃO TÊM INTERESSE EM SABER;

6) ECONOMISTAS, SOCIÓLOGOS E JORNALISTAS QUE ESTUDARAM ERRADO (em apostilas toscas cópias de outras semelhantes) VÍTIMAS DE PROFESSORES ESQUERDISTAS (A MAIORIA RECALCADA);

7) PESSOAS VÍTIMAS DOS NOTICIÁRIOS DA MÍDIA TAMBÉM VÍTIMA DO DOMÍNIO DA ESQUERDA E DOS JORNALISTAS LEIGOS. MUITOS JORNALISTAS CULTOS NÃO SABEM DEFINIR ESQUERDA E DIREITA CORRETAMENTE (escravos voluntários da ignorância).

 REPETINDO.

1) SOCIALISMO É UMA LINHA DE PENSAMENTO ECONÔMICO QUE DEFENDE A PROPRIEDADE ESTATAL DOS MEIOS DE PRODUÇÃO (na prática desapropriaram residências sem indenizar, condenam a propriedade privada) E O REGIME POLÍTICO DE DITADURA DO PARTIDO ÚNICO;

2) O PODER ECONÔMICO FICA CENTRALIZADO NA ELITE BUROCRÁTICA QUE DOMINA O ESTADO E O GOVERNO (semelhante as cortes do regime monárquico absolutista). O PODER POLÍTICO ACOMPANHA A CONCENTRAÇÃO DO PODER ECONÔMICO (adotam a ditadura e partido único);

3) O PENSAMENTO ECONÔMICO DO SOCIALISMO É DENOMINADO 'ECONOMIA DO PLANEJAMENTO CENTRALIZADO' (elite econômica que domina o estado). É O 'CAPITALISMO DE ESTADO';

4) O SOCIALISMO É CONTRA A LIBERAL DEMOCRACIA, A PROPRIEDADE PRIVADA, A ECONOMIA DEMERCADO, O DIREITO DE IR E VIR, A LIBERDADE DE EXPRESSÃO, A LIBERDADE DE IMPRENSA E A LIBERDADE POLÍTICA;

5) O REGIME ECONÔMICO LIBERAL, ECONOMIA DE MERCADO, DEFENDE A PROPRIEDADE PRIVADA, CONDENA A ESTATAL. O REGIME POLÍTICO COMO O PRÓPRIO NOME INDICA É A LIBERAL DEMOCRACIA. INCONTÁVEIS AGENTES ECONÔMICOS E POLÍTICOS (e liberdade de entrar e sair). É O 'CAPITALISMO LIBERAL'.


RESUMINDO:

1) CAPITALISMO LIBERAL (DE MERCADO) X CAPITALISMO DE ESTADO;

2) ECONOMIA DE MERCADO (PROPRIEDADE PRIVADA) X ECONOMIA ESTATAL (PLANEJAMENTO CENTRALIZADO);

3) LIBERAL DEMOCRACIA X DITADURA E PARTIDO ÚNICO;

4) IMPRENSA LIVRE (PROPRIEDADE PRIVADA), LIBERDADE DE EXPRESSÃO X IMPRENSA ESTATAL COM CENSURA DO ESTADO.

 A ESCOLHA:

a)    DIREITA = LIBERAIS = ECONOMIA DE MERCADO, LIBERAL DEMOCRACIA;

b)    ESQUERDA = SOCIALISMO = PROPRIEDADE ESTATAL = ECONOMIA COM PLANEJAMENTO CENTRALIZADO = DITADURA DO PARTIDO ÚNICO.

  NÃO EXISTE LIBERDADE SEM PROPRIEDADE PRIVADA.

O desenvolvimento do comunismo primitivo foi sendo substituído com a divisão do trabalho pelo que hoje conhecemos como evolução das civilizações. As famílias, os grupos, as tribos, as aldeias, o comércio, as trocas, as especializações, os governos. A igualdade e pobreza do comunismo primitivo foi sendo substituído pela melhoria da qualidade de vida generalizada de todos, mas mais para os mais eficazes e menos para os menos eficazes.