A TAXA BÁSICA E
SEUS EFEITOS (o tempo entre causa e efeito). CASO BRASIL.
IGP M DE JULHO CAI PARA 0,18%;
IPA M -0,01%;
IPC M 0,29%;
INCC M 1,52% (alguma demanda que justifique os aumentos deve estar
acontecendo).
É apolítica monetária iniciando seus efeitos.
Os sofrimentos causados pela política
econômica neopopulista do primeiro governo Dilma, apelidada de "nova
matriz econômica" (na verdade uma demagogia eleitoral), teve sua correção
iniciada com o Ministro da Fazenda Joaquim Levy (economista de pensamento semelhante
à competente equipe atual), boicotado e criticado pelo PT e resto do governo
(na verdade ele entrou numa fria sem saber a profundidade das
irresponsabilidades), impedindo que conseguisse manter a credibilidade inicial
que conseguiu passar ao mercado. Foi o PT e a sua elite sabotando-o, pensando
que conseguiriam manter a credibilidade, não conseguiram, pois o mercado é
desconfiado, luta pela sobrevivência e pela manutenção de seu capital (a crise
que já era profunda se aprofundou mais ainda). Corrigir irresponsabilidades com
os responsáveis por elas e o PT defendendo mais irresponsabilidades só na
cabeça da turma do pensamento mágico. Os quase 12 milhões de desempregados, as
empresas quebradas, a paralisação dos investimentos e o PIB caindo só
conseguiriam ser REVERTIDOS com a queda do governo (o mais corrupto que o
Brasil já teve, além do mais mentiroso = demagogia aparente percebida por todos),
E UM NOVO (mesmo que o preço a pagar fosse o PMDB e Temer) comprometido com as
necessárias e indispensáveis REFORMAS e ajustes. Patrioticamente o PMDB e Temer
colocaram-se á disposição da nação para corrigir e administrar a fase de
ajustes e seus sofrimentos (o PSDB, DEM, PSB, PP, PR, PTB, PPS, SOLIDARIEDADE e
outros também passaram por cima de seus interesses imediatos a favor do país.
Uma trégua a favor do Brasil até 2018, coisa que a REDE negou-se). Os EFEITOS
de DECISÕES DEMAGÓGICAS em economia só acontecem após um período (é o que
motiva as decisões absurdas feitas por governantes em anos de eleições). É o
tempo que ocorre entre CAUSA E EFEITO (os demagogos enganam os leigos passando
por cima deste fato). Reconhecendo o fato de que o BC de Tombini e Dilma iniciou
a correção da demagogia na política monetária (Selic abaixo da adequada, que
agrada leigos, jornalistas enganados por economistas mal formados e eleitores),
iniciando o aumento da taxa básica em maio de 2013 (muito lentamente) ao mesmo
tempo em que iniciou a fazer as operações de Swaps Cambiais (para evitar a
desvalorização do real) e reprimir preços (evitar a inflação). Os aumentos da
taxa básica de juros do BC (Selic) foram sendo lentamente aumentados (abaixo do
adequado), deram uma parada entre abril e setembro de 2014, mas evitaram
(juntamente com preços reprimidos e swaps cambiais) o agravamento da inflação
(inflação reprimida) e de uma crise cambial que seria devastadora. Os swaps
cambiais chegaram a US$ 118 bilhões (deram um prejuízo pelo critério caixa de
mais de R$ 100 bilhões), os preços reprimidos quase quebraram a Petrobras e
desarmonizaram o sistema elétrico. Sabedores dos absurdos que estavam fazendo e
vendo-se incapazes de corrigir e gerenciar os ajustes, apelaram para um economista
(Joaquim Levy) de pensamento inverso ao deles (o mundialmente aceito, apelidado
de ortodoxo, liberal monetarista, na verdade o responsável e que evoluiu com o
tempo). Temos que registrar que mais de 1.700 economistas (a maioria da UNICAMP
e de escolas federais) assinaram um manifesto de apoio às irresponsabilidades neopopulistas
que estavam sendo feitas.
A crise cambial foi evitada pelos
aumentos da Selic, que juntamente com o início da recessão (provocada por irresponsabilidades,
barbeiragens e demagogias em política econômica) foi ajustando a velocidade de crescimento
da oferta e demanda (reduzindo importações e exportações). Ficou a crise fiscal
(conjuntural e estrutural, pior a longo prazo). Sem patriotismo, união para que
as reformas conjunturais e estruturais sejam aprovadas caminharemos para novas
crises e continuaremos um país pobre por culpa de seus políticos (baixa
qualidade de vida). MAG 07/2016.
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