AINDA SOBRE O DOMÍNIO DAS MÍDIAS COMERCIAIS, ESCOLARES E ACADÊMICAS PELA
ESQUERDA SOCIALISTA.
GOOGLE: A PROPRIEDADE PRIVADA A DIREITA E A ESQUERDA (a distorção da
ideia socialista e da realidade histórica):
GOOGLE: ‘A defesa da propriedade privada não é uma característica
exclusiva da direita. Embora seja um conceito frequentemente associado à
direita, a esquerda também
pode reconhecer a importância da propriedade privada, especialmente em relação
à propriedade de bens de consumo ou pequena propriedade. O que
diferencia a esquerda da direita nesse aspecto é a ênfase dada à propriedade
dos meios de produção e à desigualdade social que pode surgir da concentração
da propriedade privada’.
COMENTO: A esquerda não reconhece nem aceita a propriedade privada dos
meios de produção. Cinicamente dizem aceitar a propriedade dos bens de consumo.
O que? Alimentos em que quantidade? Casa, TV, rádio, geladeira,
microcomputador, micro-ondas, joias? E o dinheiro? Qual é a poupança aceita? Desapropriaram
residências sem indenizações em todas as experiências ocorridas.
GOOGLE: ‘Historicamente, movimentos de esquerda têm defendido a propriedade social ou coletiva
dos meios de produção, como terras, fábricas e recursos naturais, para promover
maior igualdade social e evitar a concentração de poder econômico’.
COMENTO: PROPRIEDADE SOCIAL OU COLETIVA DOS MEIOS DE PRODUÇÃO =
PROPRIEDADE ESTATAL, PODER CONCENTRADO COM A ELITE POLÍTICA, MILITAR E
BUROCRÁTICA EM SUBSTITUIÇÃO À INICIATIVA PRIVADA (incontáveis agentes
econômicos). CONCENTRA AO INVÉS DE DISTRIBUIR.
QUAL A DIFERENÇA BÁSICA QUE DIFERENCIA A ESQUERDA DA DIREITA? A QUE
INFLUENCIA TODAS AS OUTRAS? A PROPRIEDADE PRIVADA DEFENDIDA PELA DIREITA. A PROPRIEDADE
ESTATAL DEFENDIDA PELA ESQUERDA. O resto é marketing político, narrativas, demagogias, desonestidade
intelectual. A esquerda concentra o poder econômico e político no grupo que
domina o estado, a elite política, militar e burocrática. A direita defende a
propriedade privada, incontáveis agentes econômicos (distribui ao invés de
concentrar). Todos podem poupar comprando ações ou emprestando, através dos
bancos, para o consumo ou empreendedores (empresários), recebendo em forma de
juros parte dos lucros. É o milagre do sucesso do modelo econômico da direita,
a liberdade, os mercados (livres para entrada e saída) e a concorrência.
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O
CAPITAL, KARL MARX.
O
primeiro volume de O CAPITAL, principal obra de KARL MARX, foi publicado em
1867. A obra completa é dividida em três volumes:
1)
1867 (publicado em vida por Marx).
2)
1885 (organizado e publicado por Friedrich Engels);
3)
1894 (organizado e publicado por Friedrich Engels).
KEYNES
SOBRE O CAPITAL:
UM LIVRO-TEXTO OBSOLETO EM ECONOMIA, ERRADO, SEM INTERESSE E APLICAÇÃO NO MUNDO
MODERNO. 1925.
MINHA
OPINIÃO: CONFUSO, PROLIXO, INSERVÍVEL. Os volumes 2 e 3, pelo estilo, parece que
foram reescritos por Engels.
V. I. LENIN 1922: “Os comunistas se tornaram burocratas. Se
há algo capaz de nos perder é isto”. “Uma raça de burocratas extremamente
requintados (Lenin chamou de super espertalhões).
MICHAIL GORBATCHOV: “O burocratismo, antípoda da
democracia”.
NIKITA KRUSHEV: que socialismo bom é este se todos querem
fugir dele? Se fosse bom todos estariam querendo vir para cá.
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18/06/2012. PUBLICADO NO BLOG.
ESTABILIDADE MONETÁRIA É CONDIÇÃO NECESSÁRIA PARA O CRESCIMENTO
SUSTENTADO?
Para os economistas monetaristas sim (necessária, mas não o suficiente).
Pela análise das funções da moeda podemos ter um entendimento razoável. A moeda
foi uma criação do mercado destinada a facilitar as negociações. Para isto é
necessário que ela cumpra as funções de: a) Reserva de Valor (formação de poupanças);
b) Unidade de Medida (substitui várias unidades de medida, como metro, o kg
etc.). A moeda é uma unidade de medida que permite que os produtos e serviços
sejam valorizados e negociados; c) Meio de Pagamento (a compra de produtos e
serviços com uma unidade de medida que pode ser guardada com facilidade como
reserva de valor). É a obediência às suas funções que fazem da Moeda uma das
maiores criações da humanidade, a facilidade de negociações e de formação de
mercados confiáveis. Deixando a moeda de obedecer a uma das funções ela perde
seu poder, vejamos:
Deixando de obedecer à função de Reserva de Valor (a inflação reduz o
poder desta função) ela deixa de prestar-se como Unidade de Medida para
negócios a médio e longos prazos (vendas e financiamentos). Tem de ser
substituída por outra medida de valor. Se pequena a inflação (perda de poder de
compra da moeda) a taxa de juros nominal complementa a função de unidade de
medida para negócios a médio e longo prazos. Sendo maior o processo
inflacionário a insegurança (imprevisibilidade) exige que outra unidade de
medida substitua a moeda. No caso os índices de inflação substituem a moeda
como medida de valor (funciona como outra moeda). A experiência demonstrou que
nestes casos o processo inflacionário caminha para a ESTAGFLAÇÃO (estagnação
com inflação). Inflação sem ou com baixo crescimento (é a falta do cumprimento
da função de Reserva de Valor pela moeda que dificulta e reduz os negócios). A
inflação fica ascendente criando o que se denominou de inércia inflacionária
(memória inflacionária), processo extremamente difícil de ser revertido. Exige
longo tempo com baixo crescimento para a eliminação da memória e da inércia
inflacionária.
DEMAGOGIAS MONETÁRIAS: fácil entender que o excesso de monetização em um
primeiro momento reduz as taxas de juros nominais de mercado e aumenta as
atividades. Fácil também entender que este artificialismo populista (tomado
sempre em vésperas de eleições) desequilibra o crescimento harmonioso entre a
oferta e a demanda (a velocidade da demanda fica superior ao da oferta). O mercado
substitui este desequilíbrio com o aumento dos preços (a inflação). A inflação
reduz o poder de compra de todos (mais dos salários), por extensão reduz o
tamanho do mercado e o crescimento. Fácil entender que apesar de provocar um
crescimento artificial no início, traz desequilíbrios que terão que ser
corrigidos com esforço superior às benesses iniciais. Podemos concluir que o
crescimento sustentado exige um ambiente com estabilidade monetária
(necessário, mas sozinho não o suficiente). Por extensão podemos condenar a
inflação como um empecilho ao processo de crescimento sustentado.
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