quinta-feira, 2 de julho de 2026

AINDA SOBRE O DOMÍNIO DAS MÍDIAS COMERCIAIS, ESCOLARES E ACADÊMICAS PELA ESQUERDA SOCIALISTA. A PROPRIEDADE PRIVADA A DIREITA E A ESQUERDA (a distorção da ideia socialista e da realidade histórica):

 

AINDA SOBRE O DOMÍNIO DAS MÍDIAS COMERCIAIS, ESCOLARES E ACADÊMICAS PELA ESQUERDA SOCIALISTA.

GOOGLE: A PROPRIEDADE PRIVADA A DIREITA E A ESQUERDA (a distorção da ideia socialista e da realidade histórica):

GOOGLE: ‘A defesa da propriedade privada não é uma característica exclusiva da direita. Embora seja um conceito frequentemente associado à direita, a esquerda também pode reconhecer a importância da propriedade privada, especialmente em relação à propriedade de bens de consumo ou pequena propriedade. O que diferencia a esquerda da direita nesse aspecto é a ênfase dada à propriedade dos meios de produção e à desigualdade social que pode surgir da concentração da propriedade privada’.

 COMENTO: A esquerda não reconhece nem aceita a propriedade privada dos meios de produção. Cinicamente dizem aceitar a propriedade dos bens de consumo. O que? Alimentos em que quantidade? Casa, TV, rádio, geladeira, microcomputador, micro-ondas, joias? E o dinheiro? Qual é a poupança aceita? Desapropriaram residências sem indenizações em todas as experiências ocorridas.

 GOOGLE: ‘Historicamente, movimentos de esquerda têm defendido a propriedade social ou coletiva dos meios de produção, como terras, fábricas e recursos naturais, para promover maior igualdade social e evitar a concentração de poder econômico’.

 COMENTO: PROPRIEDADE SOCIAL OU COLETIVA DOS MEIOS DE PRODUÇÃO = PROPRIEDADE ESTATAL, PODER CONCENTRADO COM A ELITE POLÍTICA, MILITAR E BUROCRÁTICA EM SUBSTITUIÇÃO À INICIATIVA PRIVADA (incontáveis agentes econômicos). CONCENTRA AO INVÉS DE DISTRIBUIR.

 QUAL A DIFERENÇA BÁSICA QUE DIFERENCIA A ESQUERDA DA DIREITA? A QUE INFLUENCIA TODAS AS OUTRAS? A PROPRIEDADE PRIVADA DEFENDIDA PELA DIREITA. A PROPRIEDADE ESTATAL DEFENDIDA PELA ESQUERDA. O resto é marketing político, narrativas, demagogias, desonestidade intelectual. A esquerda concentra o poder econômico e político no grupo que domina o estado, a elite política, militar e burocrática. A direita defende a propriedade privada, incontáveis agentes econômicos (distribui ao invés de concentrar). Todos podem poupar comprando ações ou emprestando, através dos bancos, para o consumo ou empreendedores (empresários), recebendo em forma de juros parte dos lucros. É o milagre do sucesso do modelo econômico da direita, a liberdade, os mercados (livres para entrada e saída) e a concorrência.

 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

 

O CAPITAL, KARL MARX.

O primeiro volume de O CAPITAL, principal obra de KARL MARX, foi publicado em 1867. A obra completa é dividida em três volumes:

1) 1867 (publicado em vida por Marx).

2) 1885 (organizado e publicado por Friedrich Engels);

3) 1894 (organizado e publicado por Friedrich Engels).

 

KEYNES SOBRE O CAPITAL: UM LIVRO-TEXTO OBSOLETO EM ECONOMIA, ERRADO, SEM INTERESSE E APLICAÇÃO NO MUNDO MODERNO. 1925.

MINHA OPINIÃO: CONFUSO, PROLIXO, INSERVÍVEL. Os volumes 2 e 3, pelo estilo, parece que foram reescritos por Engels.

 

V. I. LENIN 1922: “Os comunistas se tornaram burocratas. Se há algo capaz de nos perder é isto”. “Uma raça de burocratas extremamente requintados (Lenin chamou de super espertalhões). 

MICHAIL GORBATCHOV: “O burocratismo, antípoda da democracia”. 

NIKITA KRUSHEV: que socialismo bom é este se todos querem fugir dele? Se fosse bom todos estariam querendo vir para cá.

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

18/06/2012. PUBLICADO NO BLOG.

ESTABILIDADE MONETÁRIA É CONDIÇÃO NECESSÁRIA PARA O CRESCIMENTO SUSTENTADO?

 Para os economistas monetaristas sim (necessária, mas não o suficiente). Pela análise das funções da moeda podemos ter um entendimento razoável. A moeda foi uma criação do mercado destinada a facilitar as negociações. Para isto é necessário que ela cumpra as funções de: a) Reserva de Valor (formação de poupanças); b) Unidade de Medida (substitui várias unidades de medida, como metro, o kg etc.). A moeda é uma unidade de medida que permite que os produtos e serviços sejam valorizados e negociados; c) Meio de Pagamento (a compra de produtos e serviços com uma unidade de medida que pode ser guardada com facilidade como reserva de valor). É a obediência às suas funções que fazem da Moeda uma das maiores criações da humanidade, a facilidade de negociações e de formação de mercados confiáveis. Deixando a moeda de obedecer a uma das funções ela perde seu poder, vejamos:

Deixando de obedecer à função de Reserva de Valor (a inflação reduz o poder desta função) ela deixa de prestar-se como Unidade de Medida para negócios a médio e longos prazos (vendas e financiamentos). Tem de ser substituída por outra medida de valor. Se pequena a inflação (perda de poder de compra da moeda) a taxa de juros nominal complementa a função de unidade de medida para negócios a médio e longo prazos. Sendo maior o processo inflacionário a insegurança (imprevisibilidade) exige que outra unidade de medida substitua a moeda. No caso os índices de inflação substituem a moeda como medida de valor (funciona como outra moeda). A experiência demonstrou que nestes casos o processo inflacionário caminha para a ESTAGFLAÇÃO (estagnação com inflação). Inflação sem ou com baixo crescimento (é a falta do cumprimento da função de Reserva de Valor pela moeda que dificulta e reduz os negócios). A inflação fica ascendente criando o que se denominou de inércia inflacionária (memória inflacionária), processo extremamente difícil de ser revertido. Exige longo tempo com baixo crescimento para a eliminação da memória e da inércia inflacionária.

 DEMAGOGIAS MONETÁRIAS: fácil entender que o excesso de monetização em um primeiro momento reduz as taxas de juros nominais de mercado e aumenta as atividades. Fácil também entender que este artificialismo populista (tomado sempre em vésperas de eleições) desequilibra o crescimento harmonioso entre a oferta e a demanda (a velocidade da demanda fica superior ao da oferta). O mercado substitui este desequilíbrio com o aumento dos preços (a inflação). A inflação reduz o poder de compra de todos (mais dos salários), por extensão reduz o tamanho do mercado e o crescimento. Fácil entender que apesar de provocar um crescimento artificial no início, traz desequilíbrios que terão que ser corrigidos com esforço superior às benesses iniciais. Podemos concluir que o crescimento sustentado exige um ambiente com estabilidade monetária (necessário, mas sozinho não o suficiente). Por extensão podemos condenar a inflação como um empecilho ao processo de crescimento sustentado.

 

 

 

 

 

 

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário