segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

O PODER DAS INSTITUIÇÕES NO DESEMPENHO ECONÔMICO. 29/12/2020.

 

O PODER DAS INSTITUIÇÕES NO DESEMPENHO ECONÔMICO. 29/12/2020.

 É aceito que a qualidade, a credibilidade e a segurança que as instituições passam é fator subjacente determinante no desempenho das economias no longo prazo. Neste sentido influencia a riqueza e a qualidade de vida das nações.

As instituições podem estabelecer um Ambiente de Negócios que passe:

a) estabilidade;

b) custos competitivos das transações;

c) sem restrições formais e informais desnecessárias que dificultam e encarecem atividades;

d) a honestidade nas relações seja reconhecida e valorizada;

e) sem dificuldades burocráticas que atrasam e encarecem produtos e serviços.

As instituições devem ter como objetivo dar segurança e credibilidade sem atrasar e dificultar atividades (agir e decidir no tempo correto). O que são instituições? Órgãos de estado e de governo como: judiciário, legislativo, agências reguladoras, conjunto de leis e regulamentos, aparato estatal e governamental, ambiente político democrático, amadurecido e previsível.

Princípios gerenciais que os estados devem adotar para não impedir a criação de riqueza e de qualidade de vida:

a) evitar criar dificuldades que criem poder de facilitar ou dificultar atividades (não oportunizar a criação de dificuldades para vender facilidades);

b) utilizar a administração por exceções. Evitar generalizar dificuldades para 100% das pessoas por causa de exceções, encarecendo e atrasando atividades. A generalização cria atividades improdutivas que dificultam a vida das pessoas e das empresas);

c) o mundo virou cosmopolita no comércio, portanto a disputa por investimentos é global. As empresas irão investir e produzir onde o ambiente de negócios for mais amistoso e competitivo.

E o que atrai investimentos?

a) em primeiro lugar a segurança para o capital investido. Ninguém investe para perder seu capital;

b) um ambiente de negócios que não dificulte as atividades e produção (leis, órgãos de estados honestos, meios de comunicação, de transportes etc.);

c) rentabilidade líquida (depois dos impostos);

d) um mercado consumidor interno que facilite concorrer com o exterior (exportações);

e) segurança e previsibilidade nas relações capital x trabalho;

f) segurança e previsibilidade na área tributária;

g) facilidade de importar tecnologias e maquinários que possibilite manter um sistema de produção competitivo e de melhoria contínua;

h) sistema cambial flutuante e livre para entrar e sair (se dificultarem a saída a entrada seca).

O CRESCIMENTO ECONÔMICO TEM ALGUNS PRINCÍPIOS ACEITOS:

a) sistema monetário e cambial que passe credibilidade e previsibilidade (estabilidade no poder de compra da moeda e sistema financeiro sólido);

b) mercado com concorrência (a luta pela sobrevivência estimula a melhoria contínua);

c) ambiente de negócios e de produção competitivo com o exterior;

d) sistema econômico de economia de mercado; e) defesa da concorrência;

f) carga tributária competitiva com o exterior.

CREDIBILIDADE E SEGURANÇA PASSAM PREVISIBILIDADE E EXPECTATIVAS POSITIVAS. SÃO FATORES QUE PROPORCIONAM UM AMBIENTE DE NEGÓCIOS MOTIVADOR QUE INDUZEM O CRESCIMENTO ECONÔMICO E MELHORIA NA QUALIDADE DE VIDA.

A MÍDIA CORPORATIVA DIARIAMENTE DISTORCE NOTICIÁRIO PROMOVENDO a descrença no governo, a insegurança, a imprevisibilidade e expectativas negativas. Neste sentido trabalham ativamente contra os interesses do país e da população (por tabela contra seus negócios). Nos USA 4 anos de noticiário negativo contra Trump e um candidato com experiência e competência política (mas com fama de corrupto) venceu a eleição (é fato que a crise Covid ajudou). No Brasil a estratégia da mídia corporativa dependerá da direita conseguir um candidato aceitável (até agora não apareceu). No segundo turno teremos direita x esquerda. A força das mídias sociais ainda não está totalmente entendida e quantificada.

Tentam colocar seguimentos minoritários da sociedade (lgbt) contra o governo. O setor cultural age semelhante a gigolôs de verbas públicas. Tentam também dividir o país entre pardos (que consideram negros) e pretos contra brancos. Os brancos que eram maioria passaram a ser minoria devido a miscigenação (49% x 51%). Mas existe uma verdade que ainda não entenderam: a miscigenação está clareando a população e os pardos se transformam em brancos assim como os pretos passaram a ser pardos. Mas existe a tentativa de dividirem o país (quase um crime). Muitos quebrarão antes. 29/12/2020.

 

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